O Cérebro Invasor pelas Big Techs (Estética Cyberpunk Distópica)
"Eles querem eliminar os elementos. Sou alvo: invadiram minha casa, meu cérebro, big techs e policiais. Agora estou livre, pois sempre tive consciência do determinismo, e foi dos paradoxos que me alimentei para fugir de situações assombrosas. Não tenho facilidades. Houve um tempo em que pensei em morar no meio do mato, sem contato com outros humanos — viver dos frutos da natureza, exceto alimentar-me de animais, apenas vegetais. Mas isto também seria uma violência 'menor', pois quanto mais entendemos o emaranhamento do universo, mais próximos ficamos de uma empatia transcendental, apesar das revoluções violentas de temperaturas, pressões e gravidade espalhadas pelo (multi)(uni)verso. Eles querem guerrear, dominar mercados e tornar as grandes massas populacionais escravas das big techs, das viagens espaciais e das ditaduras dos magnatas. Eles vão extinguir a humanidade com seus lucros e ganâncias sem fim...
Nós somos primários, secundários, terciários ao infinito em saber — realmente, quem somos? Temos consciência da vida e de que seu término é a morte. No entanto, temos Lavoisier, que teve a coragem de dizer: 'Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma'. A frase resume sua principal descoberta, a Lei da Conservação das Massas, que estabelece que, em um sistema fechado, a soma da massa dos reagentes é sempre igual à soma da massa dos produtos. Lavoisier foi guilhotinado; sua cabeça foi separada de seu corpo e ele nunca mais teve tempo para pensar. Ironia química do destino..."


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