PLÁSTICO SUICÍDIO
Uma liberdade da estética ideológica,
Um ar acendrado diante o mercado alienante;
Contra o suicídio está o contraditório,
Porque não vou ser agora se logo ali adiante não vou ser ao acaso;
Porque parecer causalidade, raciocínio quando na realidade (antropomorficamente), tudo pode ser o contrário do que é...
Purificado os motivos,
Pendurem a corda na árvore,
Dou o próximo passo, ao abismo,
Voo como um pássaro inexistente,
No vazio infinito do espaço-tempo...
PORTO SEGURO
No meu solipsismo encontro um porto seguro
Contra a maré existencial em apuros
Tento penetrar no obscuro do ser
Mas as portas estão fechadas;
Nietzsche disse que deus está morto,
Por isso ele quis o além do homem,
É difícil fugir do ramerrão amesquinhador
O isolamento á única saída
Enquanto o nada não chega...
O NADA E O ANTI-TEMPO
O NADA E O ANTI-TEMPO
Assim como o ser vive alienado na coisa, o nada está onde não tem tempo ou onde ele não está >>>o nada pode existir alienado no ser e passar desapercebido pela existência, por mais absurdo que isso possa parecer >>> o nada está em gestação no ser e tempo de Heidegger... neste momento que escrevo ou no momento que alguém ler estas proposições para o nada, pode ser o nada se manifestando prenhado no ser >>> a morte nos é cientifica e materialmente a entrada para o nada; mas a existência também nos dá possibilidade da consciência do nada...
A audição que o homem conhece é a evolução de uma primitiva e grosseira sensação que aconteceu ao acaso>>> sua mandibula se tornou um aparelho auditivo, claro que dos animais dos quais evoluímos>>> porém o ouvir, o existir é a crença que o nada alienado no ser manifesta para preencher o vazio que impossibilita o nada de existir na sua nadificação, no seu anti-tempo>>> o vazio repleto de nada é a única esperança, é a cenoura na frente do cavalo>>> o idealismo crê e projeta suas ideias, cria baseado no seu solipsismo, um realismo que não encontra nada de concreto lá fora>>> apesar de estar prenhe do ser do nada...
Parmenides e os eleatas acreditavam, creditavam que o mundo, o ser eram imóveis e imutáveis, mas o ser sem movimento não é ser, pois o próprio pensamento no qual precisavam para estes raciocínio era móvel, contrariando sua lógica, sua ontologia>>> a sua fé, sua crença no ser imóvel é apenas mais uma das estratégias do nada preencher o vazio, iludir o não-ser com o ser que não existe fora da alienação de todo o transcedente...
Mesmo sem acesso a visão do pássaro que canta lá fora>>> o canto primaveril da ave chega no meu quarto inexistencial; o mundo é o vazio que o nada-homem preenche para o niilismo de sentido seja satisfeito por alguma coisa inexistente...
O nada funda no vácuo a possibilidade da nadidade do deus, da consciência, do eu>>> todas estas fundações do nada dentro do vazio para que o nada exista no ser, mesmo não sendo ser...
O nada é imanente e o vazio é o transcedente onde ocorre as fundamentações do ser-nada-ser>>> a representação do vazio precisa do nada como imanente do transcedente, a representação do ser-vazio-de-nada e assim começam as ontologias do nada contra o vazio e todas as consequencias que disso decorrem, pois o nada confrontado com o vazio apenas ilude o ser alienado que precisa preencher a eternidade, a necessidade, o tempo, o espaço e a sucessão dos fenômenos no epifenômeno para não ter sempre a consciência do não-sentido da existência...
Hoje, um dia X de um mês Y de um ano Z - é mais um dia cretino, antecedido por um ordálio tedesco >>> ontem a noite bebi vodka, cerveja, vinho em grande quantidade, em doses cavalares; depois numa gastronomia digna do hades >>> comi cebola, carne, salame italiano, pão congelado, alho e balas de todos os sabores e já ia me esquecendo, tomei varios medicamentos no varejo... inconscientemente fui vitima de um ordálio, se sobrevivesse a orgia-junkie-suicida seria inocente; podia me considerar expiado, purificado e integralmente inocente de qualquer crime ou ato prejudicial praticado contra outrem...
Mansamente, uma depressão, uma pressão tomou conta do meu cortex, um vazio se fez presente no ser; mas uma sublimação canalizada no ato de escrever me fez esquecer por alguns momentos as tremedeiras, os calafrios e a revolução estomacal e intestinal que se apoderava do meu corpo... a aurora rosea de Homero pictografada além da janela do meu quarto me deixou por alguns momentos numa contemplação mística, porém o sol logo inundou a peça, espalhando suas ondas-partículas por todos os objetos, dando formas definitivas... num determinado momento uma alucinação abordou meu cérebro, invadiu repentinamente, sentia-me um comedor de ópio, um personagem do livro Paraísos Artificiais de Baudelaire... já havia muito desistido de ser um monge tibetano, as montanhas, os seus cumes são inatingíveis e meu organico não combina com meditações, mantras, contemplações eternas de um ser superior...
Como já havia dito, era mais um dia cretino onde as relações humanas trariam prejuizos para muitos e lucros para poucos... afinal estamos numa sociedade capitalista, enquanto organização social permanecemos com o cérebro de reptil, ainda não usamos o cortex para as relações sociais-economicas....
A audição que o homem conhece é a evolução de uma primitiva e grosseira sensação que aconteceu ao acaso>>> sua mandibula se tornou um aparelho auditivo, claro que dos animais dos quais evoluímos>>> porém o ouvir, o existir é a crença que o nada alienado no ser manifesta para preencher o vazio que impossibilita o nada de existir na sua nadificação, no seu anti-tempo>>> o vazio repleto de nada é a única esperança, é a cenoura na frente do cavalo>>> o idealismo crê e projeta suas ideias, cria baseado no seu solipsismo, um realismo que não encontra nada de concreto lá fora>>> apesar de estar prenhe do ser do nada...
Parmenides e os eleatas acreditavam, creditavam que o mundo, o ser eram imóveis e imutáveis, mas o ser sem movimento não é ser, pois o próprio pensamento no qual precisavam para estes raciocínio era móvel, contrariando sua lógica, sua ontologia>>> a sua fé, sua crença no ser imóvel é apenas mais uma das estratégias do nada preencher o vazio, iludir o não-ser com o ser que não existe fora da alienação de todo o transcedente...
Mesmo sem acesso a visão do pássaro que canta lá fora>>> o canto primaveril da ave chega no meu quarto inexistencial; o mundo é o vazio que o nada-homem preenche para o niilismo de sentido seja satisfeito por alguma coisa inexistente...
O nada funda no vácuo a possibilidade da nadidade do deus, da consciência, do eu>>> todas estas fundações do nada dentro do vazio para que o nada exista no ser, mesmo não sendo ser...
O nada é imanente e o vazio é o transcedente onde ocorre as fundamentações do ser-nada-ser>>> a representação do vazio precisa do nada como imanente do transcedente, a representação do ser-vazio-de-nada e assim começam as ontologias do nada contra o vazio e todas as consequencias que disso decorrem, pois o nada confrontado com o vazio apenas ilude o ser alienado que precisa preencher a eternidade, a necessidade, o tempo, o espaço e a sucessão dos fenômenos no epifenômeno para não ter sempre a consciência do não-sentido da existência...
UM TUDO NUM NADA
Mansamente, uma depressão, uma pressão tomou conta do meu cortex, um vazio se fez presente no ser; mas uma sublimação canalizada no ato de escrever me fez esquecer por alguns momentos as tremedeiras, os calafrios e a revolução estomacal e intestinal que se apoderava do meu corpo... a aurora rosea de Homero pictografada além da janela do meu quarto me deixou por alguns momentos numa contemplação mística, porém o sol logo inundou a peça, espalhando suas ondas-partículas por todos os objetos, dando formas definitivas... num determinado momento uma alucinação abordou meu cérebro, invadiu repentinamente, sentia-me um comedor de ópio, um personagem do livro Paraísos Artificiais de Baudelaire... já havia muito desistido de ser um monge tibetano, as montanhas, os seus cumes são inatingíveis e meu organico não combina com meditações, mantras, contemplações eternas de um ser superior...
Como já havia dito, era mais um dia cretino onde as relações humanas trariam prejuizos para muitos e lucros para poucos... afinal estamos numa sociedade capitalista, enquanto organização social permanecemos com o cérebro de reptil, ainda não usamos o cortex para as relações sociais-economicas....
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